
“Posso dizer que as pessoas desta cidade me acolheram muito bem. Hoje, me sinto em casa”, conta Kauã, que há 4 anos se tornou cachoeirense de coração.
Jovens atravessam o Brasil para estudar em Cachoeira
O sotaque entrega antes mesmo da apresentação. Entre um “oxente”, um “mermão” e os inevitáveis “bah” que começam a surgir no vocabulário, três estudantes descobriram que sair de casa para cursar a universidade vai muito além da formação acadêmica. É sobre aprender novos costumes, reinventar rotinas, sentir saudade… e colecionar histórias que parecem roteiro de filme universitário.
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