RODRIGO NA SUÉCIA

Já imaginando encontrar muito frio e uma cultura diferente, o assessor de juiz de direito RODRIGO FRANCO DE CARVALHO, 25, aproveitou uma oportunidade oferecida pelo Rotary Internacional para estudar durante um tempo na Suécia. Ficou por seis meses em Strängnäs e trouxe de volta na bagagem não só lembranças, mas muitas experiências de vida. Rodrigo viajou em janeiro de 2006 e retornou em dezembro do mesmo ano.

Em Astol

Estocolmo, capital da Suécia

Parlamento, em Estocolmo

Estação de Ski Lofsdalen

Ilha Astol, que fica próximo a Gotemburgo
SUECOS – Eles são bem mais frios do que os brasileiros. Não se abrem facilmente, são reservados e procuram não se meter na vida alheia. São muito educados e, quando se consegue a amizade deles, o laço se torna forte.
ALIMENTAÇÃO – Eles têm hábitos saudáveis e consomem muitas verduras e legumes. Batatas são o acompanhamento típico, como nosso arroz. Não consomem muita carne vermelha e o cardápio é bem balanceado.
ESTUDO – O ensino médio que eu frequentei foi bem direcionado à vocação pessoal. Na minha escola era possível escolher entre três programas: ciências exatas, ciências sociais ou economia. Desde cedo, já há foco nas matérias que serão necessárias para o crescimento profissional.
O MAIS ESPECIAL – Senso de coletividade. Ele parece que é intrínseco à pessoa, que faz as coisas visando um bem comum. As regras são obedecidas por todos, de maneira muito organizada. É um país onde tudo funciona.
SAIA JUSTA – Falar sueco sem saber nada é quase impossível. Então, dá para imaginar várias saias justas por causa da língua, principalmente no início, quando eu ia sair sozinho para fazer algo ou comprar alguma coisa e ensaiava um diálogo para uma situação e, óbvio, acontecia tudo diferente do previsto. Minha sorte é que se fala muito em inglês por lá.