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Reportagens EDIÇÃO 25 - MAIO 2009

Boas compras


Nem sempre comprar significa satisfação, muitas vezes bate a sensação de dinheiro desperdiçado

 

Quem nunca fez uma compra, por menor que seja, e quando chegou em casa percebeu ou por falha no produto ou por ter adquirido no impulso que colocou dinheiro fora? Têm também aquelas compras que enchem de orgulho e pode-se dizer: essa foi uma grana bem investida. Em tempos de crise financeira, entre um investimento e outro, o importante é não desperdiçar.


 


Você lembra qual foi seu melhor e pior gasto?


“A melhor foi um vestido doado para a participação da atual Glamour Girl de Cachoeira Anelise Gazzaneo no concurso que a elegeu. Depois de participar, ela resolveu rifar a peça para arrecadar dinheiro para a Liga Feminina de Combate ao Câncer. Realmente foi um ótimo investimento. A pior que lembro foi um chinelo que comprei no verão. Adoro chinelos, mas por incrível que pareça não consigo usar, mesmo no calor só uso botas. Ele está em casa, guardado ao lado de outros que comprei e usei uma ou duas vezes. Quem sabe um dia acostumo?”
Jaqueline Ditteberner, 41, empresária
















 

 

“A propaganda era maravilhosa, lembro que era o ator George Clooney que anunciava aquela máquina de lavar roupas como uma revolução para o dia-a-dia. Mesmo sem conhecer muito bem a marca, acabei comprando pelo o que o comercial dizia. Foi a pior compra da minha vida, a máquina só me deu dor de cabeça e a cada ano gastava mais com consertos. Até que uma loja anunciou que aceitava máquinas usadas na compra de uma nova e eu não pensei duas vezes, me desfiz dela. Já a melhor compra eu fiz recentemente, comprei o livro “Quem ama, educa”, do autor Içami Tiba. Ele tem sido muito bom para a orientação educacional da minha filha de dois anos e nove meses”.
Andréa Moraes, 35, empresária






 

 

“Minha melhor compra foi um gato para ter como bichinho de estimação. Hoje ele me acompanha até no meu trabalho. Já a pior, foi um sapato que gostei muito, mas só tinha em um número menor que o meu. Acabei comprando mesmo assim. Usei uma vez e meus pés doeram muito, agora ele só ocupa espaço no meu armário”.
Eliza Pelzer Trevisan, 21, comerciária



















 

 

“A pior compra eu fiz no verão desse ano. Decidi comprar um pacote de viagem para passar as férias em Torres. Já conhecia a praia, mas não os serviços do hotel selecionado no pacote. Chegando lá, o almoço e o jantar incluídos no valor pago eram péssimos. Esperava uma coisa e encontrei outra bem diferente. A melhor foi um notebook. É muito mais prático que os computadores convencionais e dá agilidade ao meu trabalho, agora uso os dois modelos”.
Wagner Borba, 27, advogado






 

 

“As melhores compras, sem dúvida, foram equipamentos modernos para meu consultório odontológico, pois são com eles que exerço minha profissão. A pior foi há alguns anos em uma viagem para Chicago, nos Estados Unidos. Encontrei um telefone celular perfeito com mil funções, era lindo e a propaganda maravilhosa. Comprei na hora. Chegando ao Brasil, não teve jeito do aparelho funcionar. Ninguém conseguia decodificar, pois o sistema era diferente do usado aqui no país. Resultado: fiquei com o aparelho que nem sequer ligava e quem lucrou foi minha filha que ganhou um brinquedo novo”.
Benedito Caldas, 54, dentista

 

 






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