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Reportagens EDIÇÃO 24 - ABRIL 2009

Quem são elas?


LINDA desvenda os mistérios das cachoeirenses e descobre que elas estão felizes no casamento

 

Casamento feliz, quem não quer? Se esse for mesmo um dos itens para alcançar a felicidade, as mulheres de Cachoeira do Sul deram um passo a mais nessa busca. A segunda e última parte do Relatório LINDA, obtido com base nos resultados de uma pesquisa inédita feita pela Casa Brasil Editores com exclusividade para a revista, revela que elas estão, sim, felizes no casamento. Quando questionadas sobre a possibilidade de voltar o tempo e casarem-se outra vez, 70,7% das entrevistadas afirmam que subiriam novamente ao altar. Bem resolvidas, 78,8% dizem que a união seria com o parceiro a quem fizeram juras de amor eterno, pois não acreditam que se tivessem escolhido outro seriam mais felizes. Ponto para os maridos que estão desempenhando bem seu papel e ponto para elas, afinal, além de terem feito a escolha certa, contribuíram para o sucesso do matrimônio. De acordo com a psicóloga especialista em gestão de pessoas Cecília Chaves, 39 anos de idade e sete de profissão, esse resultado mostra que o grau de satisfação das escolhas femininas está alto. “Casar, ter filhos e se realizar profissionalmente exigiu mudanças no comportamento feminino. Hoje já não basta estar casada, a mulher tem que estar feliz com seu relacionamento e quer esse parceiro feliz junto dela”, observa.
Mais ampla, essa segunda parte do Relatório LINDA foi buscar conhecer a fundo a mulher cachoeirense. Depois de revelar os segredos da sexualidade, é hora de saber o que pensam sobre casamento, filhos, família, profissão e um pouco mais sobre seu comportamento. Se o casamento vai bem para elas, em geral o mesmo pode-se dizer em relação aos demais setores analisados. Os dados da pesquisa confirmam, por exemplo, quanto à satisfação no emprego: 72,3 % se dizem felizes com o trabalho exercido. “Analisando todos os dados do relatório percebemos mudanças significativas no comportamento das mulheres em relação há algumas décadas. Os resultados mostram que a mulher do século XXI é mais independente e quer se sentir realizada”, observa Cecilia.
A mulher cachoeirense mostrou que acima de tudo busca qualidade. Qualidade na vida pessoal e profissional. Agora sim, analisando todas as respostas, sabemos quem são elas.



 

Baú aberto





Afinal, o que elas querem?


Família


Relacionamento entre genros e noras com a sogra sempre renderam muitas piadas. No imaginário popular ficou gravado que a mãe do companheiro sempre é de difícil convivência, mas a realidade não é bem assim. “Relações sempre têm dois lados, por isso são raros aqueles que não conseguem se dar bem com a sogra. Quem tem maturidade e equilíbrio emocional vai se dar bem em qualquer relação”, observa Cecília.




Dinheiro


Como a mulher é movida pela emoção, muitas vezes fica difícil manter um controle racional, focado especialmente no financeiro. "Por isso que as mulheres são consideradas melhores clientes, pois são envolvidas pelas emoções para comprar. Se conseguem gastar mais do que ganham e ainda assim manter as contas em dia ou estão fazendo milagres ou dependem do marido para complementar seus gastos", analisa a especialista.

 




Atitude


Atitude é tudo na vida. Atitude para mudar, para fazer, para ousar ou simplesmente para ser feliz.

 








Profissão


Segundo a psicóloga Cecília Machado, a mulher já conquistou muito espaço nas últimas décadas e hoje vive uma realidade impensável até há alguns anos. “Sem dúvida, onde elas mais cresceram foi no setor profissional. As cachoeirenses provam que além de um trabalho, querem estar realizadas na ocupação que escolheram”, observa.








Autoestima


O normal do comportamento feminino é sempre achar que precisa mudar alguma coisa fisicamente e graças à medicina e a tratamentos estéticos não tem mais porque ficar infeliz com a aparência.





Filhos


“Ter filhos é uma consequência de uma relação satisfatória. Hoje mesmo frente a todas as mudanças que as mulheres vêm vivenciando a maternidade ainda é uma opção da maioria. O papel da família na vida da mulher ainda é essencial, pois por mais que ela venha ocupando mais de um papel na sociedade, ainda não abre mão de ser mãe", observa Cecília.



Ficha técnica


Relatório LINDA


Mulheres entrevistadas
200


Idade das entrevistadas
Até 30 anos – 25%
De 31 até 50 – 54%
Acima de 51 – 21%


Local
Cachoeira do Sul


Período
12 a 30 de novembro de 2008


Realização
Casa Brasil Editores







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Edição 136 - junho de 2019

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