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Reportagens Edição 160 - Setembro de 2021

Exóticos?


Pandora é da raça sphynx. Eles são tranquilos, leais e inteligentes, podendo aprender até alguns truques

Animais de estimação diferenciados 

 

Só quem tem um bichinho em casa sabe a alegria que é conviver com ele. Eles são companheiros, comunicativos e assumem o papel de membro oficial da família. A Linda encontrou três leitoras que adotaram animais não tão habituais de vermos em casa. Conheça a história da Pandora, do Tambor, da Fiona e da Maria Antônia. 

 

 

Pandora 

O gato da raça Sphynx, também conhecido como gato do avesso, como dizia Rachel, do seriado “Friends” - é uma das raças mais incomuns de bichanos. Popularmente ele é chamado também de gato pelado e se tornou o desejo de consumo de muitos apaixonados por felinos. Eles possuem olhos grandes, orelhas pontudas e rosto afinado. A característica principal deles é não possuírem pelos tal qual os demais gatos. Sua penugem é bem baixinha, o que só se nota ao observar de perto e ao acariciar.  

 


Desvenda seus mistérios!

- Egípcios não, canadenses!
A raça, em 1966, surgiu devido a uma mutação de genes. Sua pele é bastante oleosa e, ao contrário do que imaginam, eles não vieram do Egito. O nome da raça, sphynx, dá-se por conta da semelhança com as esfinges, mas eles são canadenses.

 

- Eles ainda causam alergia
Muitos acreditam que por não serem peludos, são a melhor opção para quem tem alergia. Bom, isso não é verdade. 

 

- Eles são quentinhos
A temperatura corporal média do sphynx é 4 graus mais alta do que a da maioria dos gatos. 

 

- Possuem o metabolismo acelerado
Isso quer dizer que ele come tanto quanto o famoso gato Garfield. 

 

- Banhos e mais banhos 
Essa raça precisa de atenção extra quanto aos banhos e cuidados de higiene, mas para falar sobre isso, a Linda conversou com a dona de uma gata da raça.

 

 


Duda e sua Pandora 


Aqui em Cachoeira, a estudante e escritora Maria Eduarda Vieira, 16, ganhou Pandora há quatro anos e contou que ela é extremamente carinhosa e brincalhona. Duda, como é conhecida está escrevendo um livro onde a gata foi a inspiração inicial. Ela diz que apesar de ter uma frequência de limpeza maior, com lenços umedecidos e, semanalmente, banhos com xampu especial, a saúde dela é muito boa. Os gatos da raça não costumam ter problemas genéticos, porém, é necessário cuidado com o sol, pois dermatites podem ser comuns, assim como protegê-los do frio. E, claro, dar uma atenção especial às orelhas, pois sujam facilmente.  

 

 

Coelhos em casa

Um caso de amor à primeira vista foi quando a administradora Maria Eduarda Gonçalves Ilha, 28, conheceu o coelho Tambor. “Ele se adaptou muito bem à nossa família, e como é muito carinhoso, se tornou o nosso xodó’’, conta. A família ainda tinha duas cachorras e eles se deram muito bem.  Assim que ele se tornou adulto, ela providenciou a castração, para dar mais qualidade de vida e separou uma parte do pátio para deixá-lo solto e seguro. Dois anos depois, adotou outro coelho, a adotou Fiona. 
 

Maria Eduarda adverte que eles não são brinquedos e possuem temperamentos diferentes. Alguns, por exemplo, não gostam de colo e nem de carinho. Assim como podem gostar de morder e de roer absolutamente tudo o que veem. Quanto à alimentação, Duda recomenda feno, verduras, água e também um pouco de ração (específica para coelhos).  

 



“Os coelhos são animais independentes, mas precisam de atenção como qualquer outro animal”. Duda Ilha 


“Muitas pessoas não entendem por que eu escolhi ter coelhos como animais de estimação, mas, na verdade, eles que me escolheram. Escuto muitas piadas de mau gosto em relação a eles por pessoas que costumam consumir a carne desta espécie, o que me encorajou a optar pelo vegetarianismo’’, relata a  “mãe” dos coelhos.  Hoje, Tambor tem quase 6 anos e é da raça lionhead. O nome se dá, pois os coelhos são muito peludos e têm uma espécie de juba ao redor da cabeça, semelhante a um leão. Já Fiona tem quase 4 anos e é da raça fuzzy lop, que tem como característica as orelhinhas para baixo.   

 

 

Capivara de estimação?


Tetê é livre para ir e vir, mas, quando está com Fernanda, ama ser mimada


Quando um rapaz que trabalhava como caseiro na fazenda da família da estudante Fernanda Daou Schöler, 15, encontrou uma capivara abandonada na estrada, a adolescente a acolheu. Deu-lhe o nome de Maria Antônia e cuidou dela. “Tetê”, como a chamam, adora mamadeira e sempre aparece na hora certa das refeições. Além disso, sempre teve uma ótima relação com os cachorros e gatos. Como é um animal que ama água, permanece muito tempo em açude, sangas e rios. No momento da reportagem, Maria Antônia já não se encontra presente com Fernanda, pois, como é um animal da natureza, ela optou por não lhe prender e, assim, Tetê pode ir para onde desejar, sempre que quiser. 



Fernanda recebe a visita da capivara Tetê regularmente






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