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Reportagens Edição 158 - Julho de 2021

Porto seguro das mamães


‘’Larissa dá cursos aos pais e casais ‘grávidos

A maternidade sob os olhos de quatro profissionais 

 

 

A gestação é o momento em que a mulher se sente mais sensível, com as emoções e os hormônios a mil. Muitas se tornam incompreendidas e têm dificuldades em adaptarem-se às mudanças que estão acontecendo no corpo. Por outro lado, existem também aquelas gestantes super confiantes e que parecem ter a resposta na ponta da língua para todas as questões. Independentemente do grupo em que você se encontra, ter o suporte de profissionais faz diferença e isso torna a gestação mais segura e prazerosa para a mãe e para toda a família do bebê, trazendo impactos futuros na forma de maternar.

 

Larissa Fortes da Costa, 30, é uma dessas profissionais capacitadas que dão suporte durante a gestação e pós-parto. Ela, que é enfermeira obstetra, doula e consultora em amamentação há seis anos, torna-se a melhor amiga da família. “Ter filhos já foi sinônimo de sacrifício, de dor, noites sem dormir e até mesmo dificuldade de amamentar, mas isso mudou.  A preparação para a maternidade veio para que a nova mãe ou a família toda tenha uma experiência e satisfação diferente no maternar. Utilizamos todos os recursos que conseguimos durante a gestação e no pós para que a paciente tenha uma ótima qualidade de vida”, explica Larissa. 

 

Agora, imagine que além da doula a gestante possa ter toda uma equipe para lhe dar suporte? Independentemente de ser ou não mãe de primeira viagem e ter o apoio da família, existem coisas que só profissionais capacitados conseguem fazer. E foi com essa ideia que surgiu a Maternare em Cachoeira do Sul. Quatro profissionais se uniram para desenvolver um trabalho único para quem quer ser mãe e até para mulheres que querem engravidar.

 

Minimizar desconfortos


’Ajudo as mães a se sentirem mais seguras consigo mesmas na hora do parto’’. Melissa de Oliveira

A sobrecarga da gestação pode trazer desconfortos no corpo da mulher, além de disfunções urinárias, como por exemplo, a incontinência urinária. Para tratar estas questões, é importante fazer fisioterapia já no período pré-natal. Isso vai ajudar também a preparar o corpo para o parto, independente de ser natural ou cesárea. “Existem exercícios que auxiliam nos desconfortos, facilitam o trabalho de parto e previnem traumas como a laceração. Por isso estamos aqui também para auxiliar nestas questões”, explica a fisioterapeuta pélvica Melissa de Oliveira, 28, com 4 anos de atuação. 

 

Apoio psicológico 


“Muitas vezes a chave do problema pode ser psicológica” Natália Vargas

É grande o número de mulheres que desenvolvem depressão pós-parto e muitas delas nem têm essa consciência. Começam a ter insônia, perda de apetite, irritabilidade intensa e dificuldade em criar vínculo com o bebê. Aí se dá a importância do suporte psicológico que elas oferecem. Natália Silva de Vargas, 26, faz parte desta equipe e está atenta a esses sintomas. Ela é psicóloga perinatal e parental há três anos. “Acompanhamos também casais que têm dificuldade de engravidar”, completa a profissional. 

 


“Fortalecer a musculatura ajuda a aliviar dores na hora do parto”. Gabriele Aued 

A Maternare também conta com a expertise da Gabriele Porto Bartmann Aued, 34. Ela é fisioterapeuta há 12 anos e formada no método pilates. Especialista em gestantes, ela cuida do bem-estar durante toda a gestação e utiliza técnicas que auxiliam na prevenção de dores e lesões, fortalecendo e alongando a musculatura. “Um dos diferenciais deste acompanhamento está na reabilitação vestibular, que são exercícios que tratam distúrbios do labirinto, o que causa a melhora em possíveis tonturas e vertigens que podem atingir as mães”, explica Gabriela, que hoje foca muito no atendimento on-line. 

 

Mães que escolheram a Maternare 

"A Maternare foi de extrema importância para a minha gravidez e na recuperação do pós-parto. Na segunda gravidez, consegui o tão sonhado parto natural graças à ajuda das profissionais. Além disso, nos pós precisei de apoio durante a amamentação e para a correção de uma diástase abdominal”. 

Gabriela Felix de Carvalho Feldmann, 35, empresária há cinco anos.

 

Queria seguir ativa durante minha gestação, por isso procurei as meninas. Sabe aquelas dores que geralmente acompanham as mamães? Não senti nada. Apesar disso, sempre fui muito ansiosa e sabia que a gestação iria agravar isso. Com o tratamento preventivo, a minha gestação foi extremamente leve e agradável”. 

Amanda Souza, 30, enfermeira há sete anos.






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Edição 161 - Outubro de 2021

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