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Reportagens Edição 58 - maio de 2012

Promoção no alvo


Saiba o que é levado em conta na hora de decidir qual funcionário subirá de degrau na empresa

Muitos podem pensar que para conseguir uma promoção dentro da empresa onde trabalha basta ter um excelente currículo técnico, com diversos cursos e especializações. Claro que isso conta muitos pontos, mas não é determinante. Para a psicóloga pós-graduada em Gestão de Pessoas Cecília Chaves, 42 anos de idade, 10 de profissão, o crescimento profissional depende, e muito, das atitudes diárias, pois além da qualificação é preciso ter competência interpessoal.

Essa competência nada mais é do que saber se relacionar com os colegas, ser flexível, ter disponibilidade e iniciativa. “Esse tipo de desempenho faz muita diferença, pois mostra o comprometimento do funcionário com a organização”, ressalta a psicóloga. Quem acredita que sua imagem não está de acordo pode melhorá-la fazendo autoavaliações diárias. “Perceba a si mesmo no dia a dia de trabalho, o que está fazendo certo e o que precisa ser mudado”, orienta Cecília.

FEEDBACK – Também é importante pedir aos chefes e colegas de confiança um feedback sobre seu trabalho, onde serão apontados seus pontos positivos ou negativos. “Mas não esqueça que é preciso receber as considerações e ter humildade para mudar as deficiências apresentadas”, observa. Saber qual cargo pretende ocupar no futuro é de grande importância para ir se preparando a ele. “Para isso é preciso saber da própria empresa qual é o plano de carreira oferecido e quais os critérios e caminhos a seguir, não se preocupando com o comportamento dos outros e sim com o seu”, explica.





O que deve ser evitado para não terminar com qualquer chance de promoção


. Falta de disponibilidade para a empresa, isso poderá ser interpretado como falta de comprometimento. Por exemplo, você tem uma função de sua responsabilidade para terminar com prazo, então, enquanto não concluí-la, não vá embora.
. Não gostar de ouvir críticas e aceitar suas ineficiências – é preciso ter humildade para aceitar que sempre estará aprendendo e que não é perfeito.
. Falta de percepção, ou seja, não enxergar o contexto todo ou o detalhe mais importante para resolver algo. Boa percepção torna o funcionário mais ousado, com mais iniciativa e com mais conhecimento da realidade.
. Roupas inadequadas ao ambiente de trabalho, por exemplo, blusas que deixam a barriga à mostra, saia curta, regatas e decotes exagerados.

. Faltas e atrasos frequentes.
. Acomodação. É importante não relaxar, mesmo recebendo elogios.

. Burlar as normas da empresa. Por exemplo, se não pode acessar alguns sites, não insista, pois demonstrará falta de seriedade.
. Falta de ética no trabalho. Ela quebra a confiança, que pode ser um pulo para o desligamento.  

Fonte: psicóloga pós-graduada em Gestão de Pessoas Cecília Chaves





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