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Reportagens Edição 53 - novembro de 2011

Guia da saia justa


Como sair de determinadas situações sem morrer de vergonha

Frequentemente nos vemos diante de situações em que a vontade é se transformar em uma avestruz e enfiar a cabeça na terra para esconder-se do constrangimento. Isso é fato e para encarar esses momentos de saia justa é preciso muito jogo de cintura ou o que estava ruim pode ficar pior ainda. LINDA conversou com a proprietária da agência Top Model, consultora de etiqueta Rosimere Moraes, 45, para dar dicas sobre como amenizar o desconforto causado pelas gafes. “Afinal na vida real o famoso CTRL+Z do computador não desfaz o que já foi feito”, observa Rosimere.



A FESTA ACABOU

Já são altas horas, a festa está boa e os convidados estão tão à vontade que se esqueceram do tempo e não parecem estarem preocupados em ir embora. O anfitrião, por outro lado, está exausto, querendo por fim à diversão. Se você é do tipo que adora receber amigos e familiares em casa, essa dica pode ser preciosa. Não é preciso ficar com fama de chato ou mal educado para dizer que a festa acabou. Há formas discretas de sinalizar o término da atividade. Por exemplo, pode-se desligar o som ou então você pode sugerir um último cafezinho ou a última dose de bebida - e já fica subentendido que é o último mesmo. Há ainda a opção de deixar bem claro no convite a hora de início e de fim do evento.


ESQUECI O NOME

Imagine a situação, você na fila do supermercado e de repente chega alguém, empolgado lhe cumprimenta o chamando pelo nome e querendo saber como anda sua vida. Um grande branco toma conta do seu cérebro e você se dá por conta que simplesmente não sabe o nome e muito menos de onde conhece tal pessoa. Como sair dessa sem morrer de vergonha? “Haja com naturalidade, não é nenhum pecado esquecer um nome, peça desculpas e pergunte como a pessoa se chama ou de onde a conhece”, explica Rosimere.


HORA DE DIZER NÃO

Quem nunca fez um favor a alguém torcendo o nariz só para manter a boa convivência? Entretanto, fazer favores que não se sinta à vontade não é nenhuma obrigação para ninguém. Só diga sim se realmente quiser ou se não for incômodo. Se ficar fazendo favores por fazer, é você quem vai querer se afastar da pessoa.


TROPECEI EM UM LUGAR PÚBLICO

Em um evento, ao caminhar pelo local você dá um grande tropeço. Todos olham e você não sabe o que fazer. A situação já está feita, não tem como voltar atrás, para amenizar o constrangimento o melhor é não deixar que uma bobagem como essa acabe com seu humor. “Encare com naturalidade, pois isso pode acontecer com qualquer um”, observa a consultora.


O FILHO PEQUENO SOLTOU UMA PÉROLA

Não há como fugir, quem tem filhos pequenos vai acabar passando por aquela fase em que ele repete tudo o que ouve os adultos dizendo. Nessas ocasiões, quem acaba passando vergonha são os pais. Se ele soltou uma pérola, não se culpe pela gafe. A melhor saída é usar o bom-humor. Dê risada, faça um comentário engraçado e leve na esportiva. Contudo, se a criança tiver sido maldosa ou malcriada, é melhor repreender a atitude e pedir desculpas.


VISITA INDESEJADA

Você de saída para um compromisso, já atrasado e correndo para a porta quando a campainha toca. Do outro lado aquela vizinha que se sente íntima. Antes que você diga qualquer coisa, ela ataca: "Posso entrar?" Você quer dizer "lógico que não", mas fica com medo de ser indelicada. A dica é não deixar a pessoa ir entrando. Uma boa saída é dizer que adoraria poder convidá-la para entrar e tomar um café numa outra hora, mas que, infelizmente, está de saída e atrasada.





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