Reportagens Edição 111 - março de 2017

Exercite seu cérebro


SUPERA, a escola de ginástica cerebral que garante saúde e desempenho

 

Você já experimentou trocar o relógio de pulso para conferir a hora? Ou já escovou os dentes usando a mão contrária? Que tal almoçar segurando os talheres em mãos diferentes? Esses desafios são capazes de impulsionar o poder de seu cérebro no dia a dia. Com treino é possível construir um novo modo de raciocínio e ativar mais circuitos neuronais, o que aumenta a agilidade cerebral e aumenta a capacidade cognitiva (conjunto de habilidades necessárias para a obtenção de conhecimento). Pensando nisso, o método SUPERA chegou à cidade para ajudar pessoas de todas as idades a desenvolverem seu cérebro para obter o máximo de desempenho proporcionando mais saúde e qualidade vida.

 

 


“A ginástica cerebral oferece ao cérebro experiências fora da rotina, variadas e com grau de desafio crescente, permitindo que ele alcance todo seu potencial”, enfatiza Juliana

 

 

 

METODOLOGIA

Tem memória fraca, dificuldade de atenção e concentração? Talvez seja este o momento ideal para treinar o seu cérebro. Você pode treinar a sua mente assim como treina o seu corpo. “No lugar de halteres, o ábaco (instrumento de cálculo milenar) e a neuróbica (aeróbica dos neurônios) fortificam o cérebro”, explica a diretora da franquia Juliana Bento Gehling, 32, advogada. Conforme ela, podemos comparar o cérebro a um músculo, que quando não é exercitado enfraquece e se atrofia com o tempo.
Para atingir esses objetivos o SUPERA utiliza dezenas de jogos, incluindo tabuleiro, cartas e encaixe, além de apostilas de raciocínio lógico, jogos on-line desenvolvidos por neurocientistas e dinâmicas em grupo. É um método complementar de ensino que encontra respaldo em descobertas e conceitos científicos como a neuroplasticidade cerebral, a capacidade que o cérebro tem de se modificar quando recebe estímulos.


BENEFÍCIOS


Ao final do curso o aluno melhora a capacidade de raciocínio, aumenta a concentração, o foco e a inteligência. Também desempenha tarefas administrando o tempo e tomando decisões com maior brevidade, adquire maior perspicácia para resolver problemas, torna-se mais criativo, consegue se concentrar nas tarefas importantes do seu dia e tem mais facilidade para relacionamentos. Estas habilidades melhoram o desempenho na escola, alavancam a carreira e garantem mais qualidade de vida.
“Cada um colhe um benefício específico, de acordo com suas dificuldades”, esclarece Juliana. Segundo a gestora, o que muda são os objetivos de cada faixa etária, por exemplo: a criança pode melhorar o desempenho escolar, o jovem obtém melhor rendimento na prova do vestibular e Enem, o adulto impulsiona a carreira profissional e o idoso mantém a memória ativa e previne o aparecimento de doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer.

 

 

Aula de Sodoku (quebra-cabeça de números) com a turma da terceira idade. Da esquerda para a direita: Maria Inês Bartmann, Nilda Vargas Hassler, Rute Ben Duarte, Maria Neiva Paixão Coelho, Valéria Albrecht, Rosa Forgearini Nunes e Elena Scheidt. No quadro (ao fundo), o educador Vagner de Magalhães Silva, 36






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