Reportagens Edição 93 - julho de 2015

COMIDA registrada


Você já parou para pensar por que alguns pratos têm nomes de pessoas? Conheça as comidas lendárias que levam o nome de seus criadores

 

 

 

Filé à Oswaldo Aranha

Um bife malpassado acompanhado de arroz, farofa e batatas portuguesas – tudo misturado antes de comer. Este era o prato mais pedido pelo advogado, diplomata e político Oswaldo Aranha quando ia almoçar, religiosamente, no tradicional Restaurante Cosmopolita. Ponto de encontro de políticos dos tempos de Getúlio Vargas (em meados de 1930), o espaço foi apelidado de Senadinho, já que na época a Lapa ainda não era frequentada por boêmios revolucionários, pelo contrário, era ponto de encontro de militares e conservadores.



Fettucine Alfredo



Tudo começou com Alfredo Di Lelio, chef do restaurante popular Alfredo, em Roma. Ele inventou esse prato para sua esposa grávida com o objetivo de lhe dar forças. Preparou um molho com creme, manteiga e queijo parmesão e então adicionou o fettucine. Buonoooo!



Rei Alberto



Em setembro de 1920, o rei Alberto, da Bélgica, na companhia da sua mulher, a rainha Elisabeth, veio ao Brasil. Eles fizeram uma refeição na Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, que existe até hoje. Ao receber o rei belga, a Colombo o homenageou com esta sobremesa que leva seu nome (gelatina, abacaxi em calda, doce de ovos moles e merengada).



Pizza Margherita



Um dos principais pedidos na maioria dos países, a Pizza Margherita foi batizada com o nome de uma rainha. Em uma viagem para Nápoles, em 1889, a rainha Margherita de Savoy foi apresentada a essa pizza, que era feita apenas com tomate, manjericão e muçarela para representar as cores da bandeira italiana. Ela nem poderia imaginar que esse prato se tornaria uma receita que um dia iria representar a Itália em todo o mundo.



Carpaccio


Se você ouve a palavra Carpaccio e pensa na Renascença Italiana - com Botticelli, Masaccio, Giotto, Parmigianino, Bellini e Caravaggio - você está certo. O pintor veneziano Vittore Carpaccio, nascido em 1465, foi homenageado com esse prato, pois o vermelho da carne lembrava o tom de vermelho que o tornou famoso em suas obras.
 






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