Reportagens Edição 90 - abril de 2015

PRESIDENTE por um dia


Leitores revelam a primeira medida que tomariam no governo se tivessem a caneta na mão



“Começaria por uma redução na máquina pública, reduziria ministérios e demitiria centenas de cargos de confiança. Depois tentaria pelo menos mostrar aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário a importância de se investir em educação, a base para uma sociedade desenvolvida”.

Greice Bernardi, 32, fisioterapeuta

Crédito: Joice Bernardi



“Eu começaria com uma reforma política, terminando com a corrupção. Subsidiaria os governos estaduais para remunerarem melhor os professores, pois eles são a base da nossa educação. Mais infraestrutura para a saúde e, por fim, criaria um transporte público digno”.
Maria Paula Pacheco Moyses, 14, estudante



“Reduziria o número de ministérios e cargos em comissão, pois isso demonstraria preocupação do setor público em diminuir despesas”.
Victor de Figueiredo Silveira, 27, agente de segurança pública do RS



“Iria tentar viabilizar uma reforma tributária no país, desburocratizando todo sistema, e, assim, criar um ambiente que fomente o empreendedorismo e facilite a vida de quem quer investir e gerar empregos”.
Guilherme Ache, 29, empresário

Crédito: Vanessa Soares



“Implementaria um projeto educacional revolucionário, com a federalização dos ensinos médio e fundamental públicos. Ainda triplicaria a remuneração dos professores e servidores da educação. Recursos para isso? Todos aqueles livres à disposição da Presidência da República”.
Julio Cesar Mahfus, 46, advogado e professor universitário



“Acredito que um país só muda através da educação. Então, eu iria reduzir o salário dos deputados, senadores e demais políticos e usaria este valor em prol da educação”.
Susan Fischer Vieira, 36, dona de casa



“Nosso país está muito ‘doente’ e sua doença mais grave é a corrupção. Mas, como é por um dia, priorizaria a saúde, pois sem saúde ninguém estuda, ninguém trabalha e muito menos vive”.
Luciane Brum Moreira, 47, psicóloga e presidenta da Liga Feminina de Combate ao Câncer



“Investiria mais em recursos para educação e saúde e também cortaria todas as mordomias dos políticos, inclusive as minhas”.
Luciano Brendler, 49, bancário

 






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