Reportagens Edição 70 - junho de 2013

Qual foi sua maior LOUCURA DE AMOR?


Em comemoração ao Dia dos Namorados, cachoeirenses contam o que já fizeram em nome do amor

 

“Nos 20 anos de casamento que temos já fiz várias homenagens para o meu marido, Tomaz Junior. Certa vez em um bar eu pedi o microfone para os músicos e cantei uma música romântica para ele, a “Bem que se quis”, da Marisa Monte. Também fiz um ensaio fotográfico sensual e dei de presente para ele”,
Daniela Botlender Carneiro, 34, enfermeira.

 

 

 

 

 

 

 


“Em um Dia dos Namorados, aguardei meu marido, João Roberto Baggiotto em casa para uma surpresa. Antes da sua chegada, preparei a sala com almofadas, velas, pétalas de rosa jogadas ao chão, fogo na lareira, um jantar servido na mesa de centro acompanhado de vinho e uma boa música. Quando ele chegou, já no hall de entrada, havia cartazes com orientações sobre o que deveria fazer. O primeiro cartaz o alertava da surpresa e o passo seguinte para seguir o caminho de pétalas de rosas até o quarto para que pudesse colocar uma roupa casual para ficar à vontade em casa. O próximo cartaz o orientava a dirigir-se até a sala de estar. Chegando lá, nos encontramos, trocamos presentes e ele deparou-se com a sala toda preparada para uma noite romântica em comemoração ao nosso Dia dos Namorados. Foi uma noite muito agradável regada a uma boa conversa e muitas risadas”,
Claudia Freiberg, 39, advogada.

 

 

 

 

 

 

“Em 2002 eu tinha um ano de namoro com o Matias (hoje meu marido) quando decidi ir morar em Salamanca, na Espanha. Acabamos o namoro no aeroporto quando eu cruzei o portão de embarque. Alguns meses depois eu voltei em função da saudade que eu sentia do Matias e da certeza de querer ficar com ele. Em 2010 nós retornamos a Salamanca juntos e foi muito bacana relembrar e reviver. Eu faria tudo de novo! Acho que essa foi uma loucura em função de uma escolha, eu o escolhi”, Daniela Fonseca Trevisan, 31, enfermeira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Meu amor estava se formando e eu queria muito estar presente em sua festa, que seria em outra cidade, mas não consegui liberação do trabalho. Estava decidido a estar lá e foi então que tive a ideia de ir ao dentista e pedir que me arrancasse um dente, para que assim eu conseguisse um atestado de dois dias e pudesse viajar. Foi uma loucura de amor dolorosa, porém gratificante, pois ver meu amor sorrindo ao receber meu abraço não teve preço”, Cristiano Goulart de Carvalho, 26, consultor de moda.

 

 

 

 

 

 





 

 

 

 

 

 

 

“Acordar cedo é muito difícil para mim, estou sempre em cima da hora! E por amor cheguei a colocar dois relógios para despertar às 6h, pois queria fazer uma surpresa no aniversário do meu namorado, Maicon Soares. Tentei ser bem discreta para ele não desconfiar de nada. Preparei um belo café da manhã e, junto ao presente, coloquei tudo bem lindo ao lado da cama. Apesar de todo esforço para ser discreta ele percebeu antes, mas fez cara de surpreso para não estragar o clima romântico. Às vezes vale a pena fazer umas loucuras de amor”, Franciele Lima, 22, analista de crédito.

 

 

 

 

 

 







“Minha relação com a minha esposa Fernanda sempre foi de ajuda mútua. Muitas coisas foram feitas, que podemos chamar de loucuras. Por exemplo, quando o nosso filho Kalil era bebê, eu lecionava em Cruz Alta (a 255 quilômetros de Cachoeira) duas vezes por semana. Eu ia e voltava. Saía e retornava de madrugada para poder passar a noite com eles. Em razão do amor e do cuidado com a família, deixei de transferir todas as minhas atividades profissionais para Porto Alegre, por querer estar mais perto dela. Também deixei de aceitar diversos cargos públicos, nos quais fui convidado, em especial nesses últimos meses. Ainda hoje, depois de mais de 15 anos, continuo mandando flores, dando presentes, tudo fora de datas, como eu fazia, quando iniciei o nosso namoro”, Julio Cesar Mahfus, 45, advogado.





 






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