Reportagens Edição 67 - março de 2013

Mulher Maravilha


Que as mulheres conseguem realizar mil tarefas ao mesmo tempo ninguém mais duvida. Mas em algumas missões elas são realmente as mulheres-maravilhas. Não acredita? Confira o que dizem cinco cachoeirenses que representam o orgulho de comemorar o Dia da Mulher neste 8 de março. E você, quando se sente uma verdadeira heroína?


“Eu me sinto uma verdadeira heroína porque me sinto útil. Não tenho medo de enfrentar desafios, vencer meus medos, lutar contra meus defeitos, superar dificuldades e correr em busca de meus objetivos. Além do meu trabalho habitual, comecei a fazer blusas. No início era um hobby, mas agora virou coisa séria e já produzo 150 peças de roupa por mês. Resumindo, trabalho 14 horas por dia, cuido da casa, do meu marido, Verner Brendler, 43, ligo todos os dias para minhas duas filhas, Camila, 21, e Júlia, 19, que atualmente moram em Porto Alegre. Assim sou muito feliz”.
Luciana Vaz, 41, coordenadora administrativa e financeira





“Sinto-me heroína ao desempenhar uma pluralidade de papéis no cotidiano da vida, na condição de mulher, mãe e avó, compartilhando em família o amor, as alegrias, as tristezas e as conquistas. Também na minha vida profissional, ocupando meu espaço como educadora, interagindo na sociedade de forma participativa e solidária, com comprometimento e paixão. Sou mãe de Paula, 37, Laura, 34, e Artur Francisco, 29. Tenho três netos, Eduardo, 7, Pedro Arthur, 6, e Ana Laura, 4”.
Angela Schumacher Schuh, 61, professora





“Sinto-me realizada e uma verdadeira heroína quando consigo conciliar a rotina do trabalho, os afazeres da casa e a academia. Tudo isto sem descuidar da família, é claro, que é a base para que tudo entre em harmonia e dê certo. Tenho uma filha de 17 anos, a Giuliana, e tento sempre estar presente na vida dela”.
Carla Baunhardt, 39, empresária





“Dentre os papéis que eu desempenho no dia a dia, certamente o de ser mãe é o que mais exige superpoderes e que de fato permite sentir-me uma heroína. Mesmo estando cansada, com sono ou muitas vezes com a saúde comprometida, me mantenho firme para brincar com meu filho Ricardo, 3, preparar as refeições, assistir muitos desenhos, abrindo mão dos meus programas, e depois ainda ter a dura tarefa de fazê-lo dormir”.
Graciela Lopes Onofrio, 33, cirurgiã-dentista




 

 

 

 

 

“Sinto-me uma heroína quando acordo e olho para a carinha linda do meu filho, que me dá forças para encarar a vida e seguir em frente. Trabalho todos os dias e me divido entre cuidar da casa, da família e, principalmente, dar muita atenção ao pequeno Pedro Henrique, 4”.
Amanda Streck, 29, secretária







 






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